Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

Queridos mudei a casa

É verdade tenho andado por outras paragens. Durante meses dedique-me à agricultura, andei a plantar couves, batatas morangos, enfim toda uma vasta gama de produtos hortícolas, mas chegado o Verão tudo começou a murchar e já não tem o mesmo encanto. Decidi voltar a casa e então era mais que normal fazer uma limpeza, mudar as cores e dar-lhe arejamento. Espero voltar aqui com mais acuidade, deixar algumas das minhas reflexões intimistas "ou não", outras vezes coisas apenas sem sentido, ou até palermices, mas que nos fazem sentir que estamos vivos e com alguma sanidade mental, coisa que já vai rareando nos tempos que correm. A minha casa fica de porta aberta e quem me quiser visitar, e vier por bem, é recebido como um amigo.

 

 

(Foto da net)

sinto-me:
música: vamos fazer o que ainda não foi feito
publicado por Laburrita às 19:27
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Terça-feira, 13 de Julho de 2010

Grito de liberdade

 

Neste mundo me achei

na bagagem um saco de promessas

nada havia pedido, nada rejeitei.

O saco não era azul, logo, uma aflição

o berço de ouro uma miragem

realidade, palhinhas e carolos de milho no chão.

Depressa acordei me fiz ao mundo

não podia perder tempo, a vida é um momento

uma paragem de segundo

não sei o que vim fazer? me pergunto

qual a minha missão! uma voz interventiva

ou levar vida de cão? Se, vadio isso não!

se cá estou tenho direito a uma identidade

recuso-me a tal afronta, mereço dignidade

não sou mais que um número, ainda assim

 faço parte da estatística, faço grande uma cidade

mas nunca me hei-de dar por vencida

nem estenderei a mão à caridade

é este o meu apanágio a minha luta

a busca da verdade, o grito de liberdade

não me vergo aos filhos da pu**

esses nascidos em berçode ouro

que em tempos de crise "ou não"

me querem tirar o coiro...

 

 

 

 

 

 

 

publicado por Laburrita às 21:30
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Poesia em centímetros de cordel

Quem me dera ser poeta

criar poesia sem chorar

voar nas asas da alegria

e ao meu reino voltar

sem mágoa

sem tristeza

sem raiva

sem dor!

viver a sorrir

saltar para os braços do amor

amar até cansar,e depois...adormecer

para nunca mais acordar.

Aí sim!

cumpria-se a minha poesia

de poeta nunca imaginado

daqueles para quem as palavras

não fazem sentido

apenas mandam um recado.

Se isto não é poesia

eu vou fazer o jantar

não sei o quê!

Ao Carlos Queirós vou perguntar

Ou será melhor o "polvo" consultar?

para saber o que me pode na pu**

desta vida saciar

se saber quem é a mãe do Ronaldinho

ou, quem o próximo mundial vai ganhar,

e esta é a minha poesia.

Vou mesmo ter que ir fazer o jantar

barriga de pobre não se compadece

dos desvarios do mundo, e eu não sei nadar

se nadar, eu soubera

poesia, rimava com sonhar, cabeças iriam rolar

eu ficaria feliz e saciada...

 

 

 

publicado por Laburrita às 17:42
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